Sou uma criatura engraçada e cheia de dualidades. Por exemplo: eu adoro a zona de conforto. Sempre me dei muito bem com ela – e eu não preciso explicar, aqui, o porquê. Nossa zona de conforto é aquilo que a gente sabe que funciona. É quando a gente sabe onde está, onde vai, o que vai acontecer. Nela geralmente se corre zero riscos. Só que, sabendo de tudo isso, eu sei que quando a vida me dá uma oportunidade de correr algum risco e de sair da minha zona de conforto, é porque alguma coisa boa vai chegar. Em outras palavras, eu sei que aprendo mais saindo da zona de conforto, do que estando nela.

Dito isso e preciso confessar que mesmo fazendo de tudo o que eu pude para tentar evitar passar por esta situação em que fui obrigada a enfrentar o maior dos meus medos (andar de avião), não pude evitar e logo no comecinho de 2019 o universo me colocou frente a frente com meu bicho-papão. Deu tudo certo. Você não pega três aviões em 24 horas e continua com medo de andar de avião. É sempre um desconforto, etc etc, mas sim, eu já consigo colocar a passagem aérea no meu orçamento de férias. Deixei de ser a rodo-girl.

(tem coisas que ainda não consigo, tipo a viagem transatlântica)

Quando a gente é forçada a enfrentar o nosso maior medo, incrível como todos os outros ficam pequenos?! Tipo dirigir. Baratas (esta não se enquadra bem no medo, mas acho que hoje em dia não sou tão escandalosa pra reagir quando estou diante de uma).

Tô aqui pra dar uma dica… se você quer fazer uma listinha dos seus medos, pra enfrentar, comece com o maior deles. Você vai perceber como todos os outros ficam bem menores, depois de superado o primeiro, o pai de todos os medos.

Você pode ir além!

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